Audaz
28 anos de atuação no mercado
Presença em 26 estados brasileiros e no Distrito Federal
Mais de 300 grupos econômicos atendidos
R$200 milhões em redução de custos para nossos clientes nos últimos anos
Mais de 500 mil cartões processados mensalmente pelo ABSCard
Integração com mais de 1.000 operadoras em todo o Brasil

Nascemos em 1990 como DM Sistemas. De lá para cá, evoluímos bastante.
E o nosso nome também evoluiu porque ele traduz o que somos.

Acreditamos que gerir benefícios é mais que lidar com números. É cuidar de pessoas para garantir o valor que elas têm e cuidar de recursos para que eles sejam sempre um investimento, nunca um gasto. Essa tarefa não é simples, mas se torna mais fácil quando você conta com a solução certa.

Atendemos empresas de diversos portes e segmentos em todo o Brasil, sempre oferecendo gestão eficiente com controle total, confiabilidade nos processos, integração e redução de custos. Além dos resultados financeiros que entregamos, transformamos a relação dos funcionários com os gestores.


Já pensou em como toda a economia pode ser revertida em diversas ações dentro da sua empresa?


Audaz

Quem faz a Audaz?


Nosso trabalho é feito por pessoas que entendem os clientes e se comprometem a oferecer a melhor solução para cada um deles em um atendimento personalizado e diferenciado.

São profissionais altamente qualificados nas áreas de Gestão de Benefícios e Mobilidade Urbana, que conhecem o poder de uma gestão de recursos bem feita.

Garantimos aos nossos clientes uma consultoria que integra o conhecimento técnico de cada um dos nossos profissionais aos processos de gestão e tecnologia de cada empresa.


Audaz

Sabendo que oferecemos as melhores práticas de mercado, fica mais fácil cuidar do que importa para você e para tanta gente.

Quando sua empresa pode economizar mais de 40% com vale-transporte, todo mundo sai ganhando

ABS Card

Experiência que garante resultados


A nossa experiência em processos de vales-transporte nos tornou referência no mercado.

Com o ABSCard, a economia das empresas pode ser superior a 40%, tudo com total facilidade: de forma centralizada, potencializando o saving da operação com rastreabilidade e governança. O ABSCard está de acordo com a legislação brasileira e a CLT, evitando assim quaisquer riscos trabalhistas.


Economia é sempre um bom motivo para tomar qualquer decisão.


Com o ABSCard, sua empresa pode economizar mais de 40% nos custos de vale-transporte e reinvestir este valor em outras demandas.

Mas as vantagens não param por aí. Contar com o ABSCard significa ter um parceiro que, além dos seus gastos com benefícios, aumenta sua produtividade, sua organização e seus resultados.


O que o ABSCard oferece para sua empresa?


Audaz
Recuperação de Saldo
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Integração com Sistemas de Gestão
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Logística com Rastreabilidade
Audaz
Roteirização
Audaz
Consulta fácil de saldo
Audaz
Atuação em todo o território nacional
ABS Card

A nossa tecnologia permite que você...

...gere a demanda correta.

...melhore o valor de compra do crédito.

...crie rotas mais econômicas.

...corrija e melhore trajetos.

...gerencie o histórico das transações.


Então, além da economia, quais são as outras vantagens do ABSCard?


Atendimento personalizado e diferenciado
Grande experiência na implantação
Sistema na nuvem que melhora a performance
Presença em todo o Brasil
Aplicativo com consulta de saldo para funcionários
Tecnologia baseada em robotização e inteligência artificial


Modelos de Negócio


O ABSCard é o único que oferece dois modelos de gestão de benefícios como solução e ajuda você a economizar ainda mais, independente de qual opção a sua empresa escolher.

Na modalidade de Autogestão, a sua empresa tem acesso à ferramenta disponibilizada pela Audaz e faz a operação do serviço por conta própria, do contato à compra dos vales- transporte junto às operadoras. Nós damos o treinamento e todo o suporte para que sua empresa utilize o ABSCard da melhor forma.

Já na opção de Terceirização, nós assumimos o controle da ferramenta e fazemos toda a operação para a sua empresa, do contato à compra de vales-transporte junto às operadoras, além de cuidar de outras questões como solicitação de cartões por perda, cancelamento de cartões e logística, entre outros serviços.



É bem mais fácil gerir todo o fluxo de benefícios da sua empresa com a Audaz.


Além de fazer a gestão inteligente de vale-transporte, nós também oferecemos outros benefícios:


Vale-Alimentação e Vale-Refeição

Ofereça aos seus funcionários refeições com mais praticidade

Vale-Combustível

Abasteça quem trabalha de carro com mais facilidade para ir e vir

Vale-Cultura

Invista no lazer e veja como isso reflete na produtividade

Vale-Presente

Dê aos seus colaboradores a chance de ganhar o que eles escolherem

Premiação

Reconheça o valor de quem merece fazendo economia

Controle do Fretado

Tenha todos os seus fornecedores de transpote sob controle


A solução ideal para cada cliente.


É assim que atendemos empresas de diversos segmentos e diferentes portes em todo o Brasil.



Parceiros de tecnologia e inovação


Mais conhecimento e inovações para nossas soluções



Tem alguma dúvida?


As nossas respostas para perguntas frequentes podem te ajudar.


O vale-transporte é o meio pelo qual o empregador (que pode ser pessoa física ou jurídica), antecipa ao funcionário, como um benefício, para custear as despesas efetivas do deslocamento entre a residência-trabalho e vice-versa.

Fica instituído o vale-transporte, que o empregador, pessoa física ou jurídica, antecipará ao empregado para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência-trabalho e vice-versa, através do sistema de transporte coletivo público, urbano ou intermunicipal e/ou interestadual com características semelhantes aos urbanos, geridos diretamente ou mediante concessão ou permissão de linhas regulares e com tarifas fixadas pela autoridade competente, excluídos os serviços seletivos e os especiais.

Sim. O VT é um direito do funcionário, assegurado por lei. A Lei que instituiu o VT em 16 de dezembro de 1985 (Lei n.º 7.418) não obrigava o fornecimento do VT. Com a alteração da Lei n.º 7.619, de 30 de setembro de 1987, assinada por José Sarney, tornou-se obrigatório à empresa o custeio do transporte residência-trabalho e vice-versa.

Tem direito os beneficiários que podemos classificar como: Empregados definidos pela CLT, Empregados Domésticos, Trabalhadores Temporários, Empregados em Domicílio, Empregados do Subempreiteiro, Servidores Públicos, Atletas Profissionais Portadores de deficiência tem direito ao Vale-transporte? Em termos. Vários municípios, especialmente as capitais, concedem passe livre para portadores de deficiência no transporte coletivo urbano, logo e facultado a empresa fornecedor o Vale Transporte nestes casos.

I - Não tem natureza salarial, nem se incorpora a remuneração do beneficiário para quaisquer efeitos II - Não constitui base de incidência de contribuição previdenciária ou do FGTS III - Não é considerado para efeito de pagamento da Gratificação de Natal IV - Não configura rendimento tributável do beneficiário.

Beneficiário - até 6% de seu salário básico ou vencimento; Empregador - no que exceder aos 6%.

Sim. Os cálculos relativos à utilização dos VT devem corresponder a cada empregado individualmente, de acordo com os dias úteis de trabalho, caso a caso. Uma vez feita a antecipação, a situação ideal é aquela em que o trabalhador fecha o mês com zero créditos. Se houver saldo no início de novo período ele deve ser justificado pelo empregado. (Veja o artigo 7º da lei 7.418/85)

O empregado devolve os vales transporte não utilizados; deduzir no mês seguinte o valor relativo aos vales não utilizados no mês anterior; totalizar o valor dos vales não utilizados e descontá-lo integralmente do salário do empregado.

Não. De acordo com o artigo. 5º do Decreto 95.247/87 estabeleceu-se que "é vedado ao empregador substituir o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou qualquer outra forma de pagamento, salvo se houver falta ou insuficiência de estoque de vale-transporte pelas operadoras”.

Sim. Apesar da preferência do empregado por receber em dinheiro, esta opção trará para o empregador riscos que ocasionarão perdas. O recibo não tem valor fiscal, sendo que o que determina o fornecimento do VT é a nota fiscal de aquisição. Além disso, cria-se uma contingência trabalhista, uma vez que os valores pagos em espécie integram o salário do funcionário, o qual poderá ser objeto de litígio trabalhista.

Sim. A legislação prevê que quando há contratação de funcionário, caso a empresa não tenha estoque ou esteja ocorrendo falta de VT no mercado, poderá fornecer o benefício em dinheiro momentaneamente.

Sim. Na demissão do empregado este deve devolver os passes que sobraram, ou então se procede ao desconto do valor real dos passes não utilizados. Isto porque o empregador entrega antecipadamente ao empregado os vales que adquiriu, logo ocorrendo uma demissão no curso de um mês com aviso prévio indenizado, de imediato não mais faz jus o empregado ao benefício concedido, devendo devolver os VT não utilizados ou ser descontado o valor equivalente.

Sim. Caso o empregado mude de endereço, deverá ele comunicar imediatamente à empresa, uma vez que, não o fazendo, a sua declaração anterior passará a ser falsa, ainda que não tenha havido intenção deliberada em fazê-lo.

Informará ao empregador por escrito: Seu endereço residencial; os serviços e meios de transporte mais adequados ao seu deslocamento residência - trabalho e vice-versa; Número de vezes ao dia em que o transporte é utilizado para o deslocamento residência- trabalho-residência.

Não. A legislação não se manifesta sobre essa questão, ou seja, não existe determinação legal de distância mínima para o fornecimento de vale-transporte. Em qual caso a empresa não é obrigada a fornecer o VT? O empregador que fornece meios próprios ou contratados, em veículos adequados ao transporte coletivo, para o deslocamento entre a residência do funcionário e o local de trabalho fica isenta da obrigação de conceder o vale-transporte.

Sim, deve descontar, pois não terá direito ao vale-transporte durante o período o empregado que não comparecer ao trabalho por: Motivo particular; Atestado médico; Férias; Por compensação de dias em haver ou dias abonados em banco de horas; Licenças maternidade, paternidade, remunerada, não remunerada e entre outros.

Sim. Se o empregado tiver comparecido em período parcial ou em meio período, fará ele jus ao recebimento do VT. Durante as férias, sou obrigado a fornecer o VT? Não. O VT atende à necessidade de o empregado possa se locomover no percurso casa-trabalho e vice-versa.

Não. Não pode ser exigida a coexistência do VT com outro tipo de benefício. Se o trajeto residência-trabalho e vice-versa for realizado em veículo do empregado, evidentemente não deve haver o pagamento do VT. O mesmo princípio se aplica à “ajuda-combustível”, ou a qualquer outro mecanismo de reposição das despesas com estes deslocamentos.

Sim. Uma vez que constitui do funcionário solicitar e receber VT quando, em realidade, não se utiliza do benefício que lhe foi concedido. Isso porque a solicitação do VT faz com que o empregador pague um percentual relativo ao gasto com o transporte do empregado que, a seu turno, não está utilizando da maneira correta.

Não. Caso o funcionário tenha meios de transporte para se locomover que não aqueles que necessitem do vale-transporte, a empresa não é obrigada a fornecer o benefício. Ressalte-se, porém, que o funcionário deverá preencher formulário como não optante pelo benefício. Evidentemente, o uso eventual de carona não dá motivo à indicação de uso indevido do Vale Transporte, sendo esta também a hipótese de se deslocar ao trabalho utilizando-se de outro meio de transporte que não seja o ônibus. O que torna o uso indevido é a constância na utilização de outros meios, sem que haja comunicação à empresa, de modo que esta possa fazer a compensação dos valores creditados a maior.

Não. Se funcionário se desloca para o trabalho utilizando meios próprios e não o transporte coletivo urbano, não fará jus ao recebimento do vale-transporte.

Sim. O empregador deve comprovar, por meio de documentação, que o empregado abriu mão desse direito.

Não. Porém é coerente, uma vez que o empregador investe na formação de seu empregado, faz sentido viabilizar o deslocamento até a instituição de ensino.

O art. 1º da Lei 7.418 de 16/12/1985 prevê a concessão do Vale Transporte “para utilização efetiva em despesas de deslocamento residência-trabalho”, ou seja, NÃO fazendo, portanto, qualquer referência à estipulação de horário ou outra finalidade. Entende-se que se o empregado está utilizando o transporte público no trajeto residência-trabalho, o Vale Transporte deve ser pago. Contudo, deve-se ressaltar haver jurisprudência contrária a este entendimento. O benefício também é obrigatório ao funcionário que seja obrigado a fazer o intervalo de almoço em sua residência ou em local distante da empresa. Porém, se a empresa oferecer a seus funcionários refeitório próprio, mantido conforme as normas de segurança e medicina do trabalho, ou fornecer o vale Refeição, torna-se desnecessário o uso do VT neste período de repouso.

- CONSOLIDAÇÃO DAS LEIS DO TRABALHO – CLT – Doutrina e Jurisprudência – Luciano Viveiros – RT Editora, 6ª. Edição – 2012; - CLT E SUMULAS DO TST COMENTADAS - André Luiz Paes de Almeida – Ridel Editora – 8ª Edição – 2012; - CURSO DE DIREITO DO TRABALHO - Mauricio Godinho Delgado – LTR Editora – 12ª Edição – 2013; - DIREITO DO TRABALHO - Sérgio Pinto Martins – Editora Atlas – 29ª Edição – 2013; - USO INDEVIDO DO VALE-TRANSPORTE - CIEMG – Centro Industrial e Empresarial de Minas Gerais – 28/03/2012; - IMPOSTO DE RENDA – Conceitos, Princípios e Comentários - Ives Gandra Silva Martins – Ed. Atlas/2006

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