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Mobilidade urbana corporativa: as tendências que vão vingar em 2019

17 de janeiro de 2019

Mobilidade urbana corporativa: as tendências que vão vingar em 2019

A mobilidade urbana corporativa é um dos temas mais discutidos na atualidade. Afinal, os problemas causados pelo grande volume de carros nas ruas afetam a vida de milhares de pessoas diariamente. São mães e pais de família, jovens em início de carreira e tantos outros perfis de cidadãos que precisam enfrentar grandes estresses para ir e voltar do trabalho todos os dias.

Do ponto de vista das empresas, tudo isso gera impactos negativos, visto que os funcionários já chegam cansados e desmotivados. Além da baixa produtividade, esses fatores impactam na qualidade dos resultados obtidos e na eficiência da organização de uma forma generalizada.

Por isso, vamos falar sobre as principais soluções que são as apostas da sociedade para o ano de 2019. Você vai saber o que empresas têm feito e como elas podem contribuir para a melhoria do trânsito para todos. Confira!

Flexibilização na relação do trabalho

Grande parte do volume de veículos que circulam nas vias, principalmente nos horários de picos, estão relacionados às pessoas em seu trajeto de ida e volta do trabalho. Por isso, algumas atitudes das empresas já têm surtido efeitos positivos e têm tudo para se tornarem cada vez mais comuns. Vamos conhecê-las?

Menor rigor nos horários

O principal fator que gera os chamados horários de pico é o fato de que as pessoas precisam iniciar a jornada de trabalho em um horário específico. O agravante é que esse horário costuma coincidir em várias empresas, gerando um fluxo intenso de funcionários em trânsito ao mesmo tempo.

Diante disso, as organizações têm buscado flexibilizar as escalas de trabalho de forma a possibilitar que parte dos trabalhadores possam fugir dos horários mais tumultuados. Assim, o volume de passageiros e veículos circulando é melhor distribuído ao longo do dia.

Aumento da prática do home office

Se o grande problema é justamente o deslocamento de tanta gente até o local de trabalho, uma solução cada vez mais adotada pelas empresas é a prática do home office. Ela permite que a pessoa trabalhe remotamente, de onde ela estiver, acessando as informações da empresa por meio da internet. Em parte dos casos, não é necessário grandes investimentos, apenas garantir os equipamentos e acessos.

É claro que esta modalidade não se aplica a produções fabris, por exemplo, mas vários cargos administrativos podem se valer dessa solução. Em geral, o empregado precisa comparecer à empresa para reuniões e em determinadas datas. Isso varia conforme o tipo de negócio, o cargo e outros detalhes.

Crescimento da economia colaborativa

Saindo um pouco da visão estritamente corporativa, o crescimento da economia colaborativa está trazendo grandes mudanças na forma como as pessoas enxergam as relações de consumo. Com isso, é cada vez menor o desejo pelo carro próprio, e as opções de compartilhamento crescem no mesmo ritmo, modificando de forma profunda a mobilidade urbana. Os dois exemplos abaixo chamam a atenção nesse sentido. Acompanhe.

Carona

A prática da carona deixou de ser algo totalmente informal e passou a ser uma necessidade tanto para os colaboradores quanto para as empresas. Em busca de redução de custos, as organizações têm estimulado essa prática por meio da adequação de horários, programas de recompensas entre outras ações. Essa forma de ir e vir do trabalho ajuda o proprietário do carro a amortizar seus custos e aos caroneiros a poupar tempo e desgastes com o transporte público.

Carros compartilhados

Os carros compartilhados começaram a ganhar força com a vinda da Uber para o Brasil. Desde então, a empresa conquistou muito adeptos e até mesmo concorrentes. Com isso, as pessoas deixaram de arcar com os custos de manter um veículo próprio e passaram a contar mais com os serviços de motoristas particulares. Além de gerar renda para quem dirige, a iniciativa reduz o volume de veículos no trânsito.

Estímulo a outros modais de transporte

Se nas décadas passadas as pessoas sonhavam em comprar um carro, hoje em dia essa realidade mudou. Os altos custos de manutenção, o estresse do trânsito e o prejuízo que eles causam ao meio ambiente são os principais motivos que têm levado a população a buscar por meios alternativos de transporte. Por conta disso, alguns velhos hábitos estão voltando à moda, como veremos adiante.

Bicicletas

As bicicletas, que até pouco tempo eram usadas apenas por esportistas e crianças, voltaram a ser um dos principais meios de transporte no Brasil. Em cidades com o trânsito caótico, como São Paulo, ela é a alternativa mais rápida entre os principais modais. Além disso, ela é econômica e não emite gases que pioram o efeito estufa na atmosfera.

O sucesso desse modal é tanto que já existem aplicativos de compartilhamento nas principais capitais do país, tais como o Bike Itaú e o Yellow. Neles, as pessoas pagam um valor para utilizá-las, como um aluguel. Existem até versões motorizadas sendo implantadas em São Paulo.

Patinetes

Os patinetes também deixaram de ser brinquedos para crianças e se tornou um novo modal de transporte. Nos EUA, as versões elétricas já viraram febre e são utilizadas no mesmo modelo de compartilhamento que as bicicletas. As pessoas usam para ir ao trabalho, passear e fazer os deslocamentos do dia a dia.

Caminhadas

Por fim, a boa e velha caminhada ou corrida também é uma forma de se deslocar que havia sido deixada de lado e voltou com tudo nos últimos anos. Além de ser a forma mais econômica de todas, também é muito mais saudável. Ela ajuda a controlar a pressão arterial e os níveis de açúcar no sangue, além de atuar na prevenção e combate à obesidade.

Portanto, são muitas alternativas de transporte que as empresas podem estimular entre seus funcionários. Contudo, vale lembrar que, para algumas delas, o negócio deve ser aderente ao modal escolhido. Como dissemos anteriormente, uma fábrica não consegue oferecer home office aos seus operários. Mas pode estimular o uso de bicicletas e caminhadas fornecendo estrutura de vestiário e bicicletários, por exemplo.

Independentemente da escolha, as tendências de mobilidade urbana corporativa já são uma realidade em muitas empresas de diferentes cidades e setores da economia. O mais importante é se atentar para esse movimento e se preparar para os desafios dos próximos anos.

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